Los Roques

sexta-feira, 26 de março de 2010

Depois de 3 dias em Aruba e 2 em Curaçao, chegamos no dia 26 de março ao arquipélago Los Roques, com 40 km² e a aproximadamente 176 km de Caracas, capital da Venezuela.

Do alto, já pode-se admirar o cenário de suas águas caribenhas. São 42 ilhas e 300 bancos de areia cercados de águas verde cristalinas e muitos recifes de corais.

Não há voos de Curaçao, onde estávamos, para Los Roques. Tivemos, então, que voar até Caracas, pela empresa DAE (a mesma que nos levou para Aruba). A viagem é curta, de apenas 15 minutos. Pousamos às 9h15 em Caracas e o nosso voo para Los
Roques, agora pela companhia aérea LTA, sairia somente às 16h30.

A passagem ida-e-volta (Caracas-Los Roques-Caracas) custou BsF 2.045 (bolivarianos fortes – moeda da Venezuela) ou U$ 341. Teria sido um pouco mais barato, caso não tivéssemos pegado o início da Semana Santa, já alta temporada (na Venezuela, o feriado começa mais cedo). Devido à conversão confusa no “paralelo” (bem diferente da cotação oficial), o melhor é pagar em dinheiro. No cartão de crédito, sai mais caro.


Antes de deixar o aeroporto da capital venezuelana, mais uma taxa de embarque: local, que custa 32,50 BsF ou U$ 5,42.

Os voos para o arquipélago duram 35 minutos (chegamos às 17h05) e são feitos em aviões pequenos de 48, 18 ou 9 lugares. Nestes menores, o controle do peso da bagagem é maior. O aeroporto improvisado (na verdade, apenas uma pista de pouso) está localizado na ilha maior: Gran Roque, onde vive a maior parte da população do arquipélago (cerca de 1.800 habitantes) e é onde ficam as pousadas e alguns mercadinhos. Apesar de ser a maior, possui só 1,7 km².

Ao desembarcar do avião, é preciso pagar uma taxa de preservação (já que a ilha faz parte do Parque Nacional), muito cara, de 130 BsF ou U$ 22. Venezuelanos pagam a metade deste valor. Só ficamos sabendo da cobrança lá. Ninguém nos avisou em Caracas. Atenção: para maior tranquilidade, é melhor levar dinheiro para não precisar sacar lá. Afinal, há apenas um caixa eletrônico e, se der problema, sua viagem pode acabar.

Na pracinha central, há uma farmácia, alguns restaurantes (nós almoçamos no La Chuchera – boa comida) e a única agência bancária – Banesco, de onde pode-se sacar d
inheiro de cartões de crédito de diversas bandeiras. Abre das 8h às 12h e das 14h às 17h, de segunda a sexta; e das 8h às 12h, aos sábados. A agência LTA, que opera a maioria dos voos para a ilha, também está ali. Importante: na hora de ir embora, os passageiros devem passar nela para despachar a bagagem, que é levada pelos funcionários até a pista de pouso.

As ruas são todas de areia e as casas e pousadas são simples, quase todas sem água quente. Aliás, a água é bem racionada, por já ter havido problemas de abastecimento. Na ilha, o único meio de transporte é um caminhão que recolhe o lixo.

Hospedamo-nos na Pousada La Laguna, com quartos limpos, ar condicionado e bom café da manhã, que serve pãezinhos, torradinhas, panquecas e bolo (variando conforme o dia), pedaços de frutas, suco, café, leite, manteiga, mel e geléia. Diária para casal, na alta temporada, a 600 BsF ou U$ 100. Na baixa temporada, pelo mesmo preço, a janta também está incluída. A proprietária é uma italiana, Mavi Focanti. Contatos: (0058) 0424.2627913 / 0212.9150666 ou booking@lalaguna.it

Indicamos, também, a Pousada Los Corales. Contatos com Celeste: (0058) 0414 237.6648 / 0424 890.00048.


E, para quem estiver mais disposto a pagar por mais conforto e luxo, a Pousada Natura Viva é a melhor. São 16 quartos, com água quente, ventilador e ar condicionado. A diária para casa, incluindo café da manhã e jantar, sai a 1.170 BsF ou U$ 189. Contatos: (0058) 0212 952.8722 / 0414 274.1231 ou info@naturavivalosroques.com ou posadanaturaviva@hotmail.com

Todas as hospedagens ficam perto da pista de pouso. Basta dar alguns passos.

Do cais do pequeno porto, partem os passeios para as demais ilhas. Ali perto, há uma loja que aluga snorkel e nadadeiras para mergulho e um bom café-restaurante: Aquarena. À noite, é um ótimo local para tomar vinho. Cadeiras e pufs são dispostos na areia, de frente para o mar.

Apesar da temperatura média de 30ºC, a brisa leve e constante torna o clima mais agradável.

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